segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Reveillon

Nossa festa de ano novo foi no camping.
Sem foguetes, porque a área é de Parque Nacional e os fogos podem assustar os animais.
Gerson (Cascatinha) e sua esposa Eliane, o irmão do Gerson, Fábio e sua esposa, Geraldine, preparam um banquete.
Foi um jantar delicioso e uma comemoração emocionada.


Carlos Eduardo

Jane e Toninho

Gerson (Cascatinha)

Fábio e Gera

Sobremesa - calda de amoras da Eliane

Eliane e Júlia 

Último dia do ano (2)

Então...
Hotel Llao Llao
Bariloche é assim... uma cidade aos pés da cordilheira dos Andes e banhada pelo lago Nahuel Huapi. As montanhas mais altas continuam com neve mesmo no verão. Os dias de sol refletem nos lagos, um tom de azul indescritível. É impossível não suspirar o tempo todo. Os perfumes se confundem no ar: grama cortada, eucaliptos, pinheiros, lavandas e outros perfumes silvestres que brincam com nosso olfato, ajudados pelo ar seco e fresco. Fechamos o ano com chave de ouro e fotos belíssimas.












domingo, 13 de fevereiro de 2011

Último dia do ano

Depois de passarmos um dia inteiro no camping Cirse, descansado, no dia 31 fizemos um passeio pelo circuito chico, em Bariloche. Como o nome já diz, um circuito curto, de pouco mais de 20 km. Ao longo do passeio novas paisagens se revelam a cada curva.
Começamos com a subida até o Cerro Campanário que fica a 1050 m.
De lá, a vista é uma das mais belas.






quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dia 30 de Dezembro

Depois de percorrermos cerca de 3 400 km, passamos um dia inteiro apenas descansando. 
Acampamos no Cirse, em frente ao lago Nahuel Huapi. 
Os banheiros não são muito bons mas, antes de janeiro, com pouca gente, a situação é suportável. 
Uma pena, porque o lugar é deslumbrante. 
A diária por pessoa custou 25 pesos argentinos, cerca de 11 reais.
Estas fotos também são da Jane Ribeiro.

Marina do camping Cirse - Bariloche

Lago Nahuel Huapi - camping Cirse - Bariloche

Vista do camping - ideal pra meditar...

camping Cirse - Bariloche

ensaiando o reveillon - camping Cirse - Bariloche

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Chegada a Bariloche

Bem, como eu não tirei fotos da chegada, posto as fotos tiradas pela Jane. Este, creio foi o recorde dela em número de fotos. Ela me contou que, ao todo, deletou 1951 fotos. 














quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Caminho a Bariloche

No dia 28 de Dezembro, ao chegarmos a Neuquén, a Jane quis comer uma "parrillada". Eu, que conheci o prato no Uruguai, fiquei um pouco apreensiva. Não estava nada animada para comer "riñones" e "chinchulin". Não vou explicar aqui o que são essas iguarias da culinária argentina. Deixo a dica, pra quem tiver curiosidade, pesquisar por si só no bom e velho google.

Mas pra encurtar a história, havia um buffet maravilhoso que compensou o mal estar causado por aquelas carnes fritando no óleo em cima da nossa mesa...hehehe.

Fomos até o camping "La Laguna" para passarmos a noite mas, descobrimos que não existe mais.
Acabamos indo ao "Hostal del Caminante" que fica na principal avenida da cidade. Os preços por lá são os mais caros de toda viagem mas, àquela hora, não tínhamos muita escolha.

Na Argentina, tirando Buenos Aires, o horário de saída dos hotéis é 10H00. Isso nos causa um transtorno tremendo, já que sempre viajamos até mais tarde, aproveitando a luminosidade.

No dia 29 partimos para Bariloche, o principal destino de todas as nossas viagens. Seriam apenas 400 km e queríamos chegar cedo para não perdermos o impacto que nos causa a beleza do lago Nahuel Huapi e da cordilheira dos Andes.

Paramos em uma dessas barracas de venda de frutas na beira da estrada e nos deliciamos com cerejas, damascos e pêssegos "dulcíssimos".




Fizemos várias paradas no caminho, ansiando todos pela primeira visão da cordilheira.






Bariloche é, no conjunto, a paisagem mais bela de uma cidade. Realmente fascinante a chegada.
As fotos ficam para o próximo post.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

De Santa Rosa a Neuquén

Dia 28 de Dezembro a meta era chegar a Neuquén, uma região deserta que virou a maior produtora de frutas da Argentina, graças à técnicas de irrigação.

No caminho, as surpresas do deserto, campos e mais campos de girassóis, paisagens de tirar o fôlego, a formação de nuvens de chuva e tempestades elétricas.

Aqui, fica difícil segurar as lágrimas diante da beleza da natureza!


Aqui eu apareço na foto...hehehe. Ao menos a sombra.


Nuvens de chuva localizadas. Lindo!


Quem tem estilo, tem charme até no meio do nada...

Provocação? Armação? Não... é deserto mesmo, poucos arriscam.

Contemplando a imensidão...

Lágrimas? Sim... é difícil segurar.

Cenário de filme épico. Nada X nada...